Resposta da Cemig
"No ano de 1986, a Cemig preocupada em proteger a rede secundária contra desligamentos provocados especialmente por contato de galhos de árvores com seus condutores nus e atenta às questões ambientais, decidiu desenvolver em parceria com fabricantes de plásticos, um material que pudesse ser aplicado de forma rápida e eficaz sobre os cabos com o intuito de encapá-lo.
Foram desenvolvidos os primeiros protótipos e, submetidos aos ensaios elétricos e de envelhecimento, nos laboratórios do CEPEL e da USP.
A matéria prima utilizada na confecção dos protótipos testados para aprovação da Cemig, correspondia ao Polietileno aditivado contendo "carbon black", em teor e dispersão adequados para resistir às intempéries e ultra violeta.
Esta matéria prima é bastante próxima da utilizada na fabricação dos cabos isolados atualmente em uso, pela Cemig nas redes de distribuição.
Desde então a Cemig adquiriu e instalou grandes quantidades de coberturas em função da excelente resposta de campo obtida com as quantidades piloto dos protótipos desenvolvidos.
Durante um determinado fornecimento, a inspeção da Cemig, em visita ao fabricante, descobriu que a linha de produção utilizava como matéria prima, plástico reciclado e não o polietileno especificado, próprio para uso ao tempo.
Tendo o fornecedor sido descadastrado e penalizado contratualmente.
A partir de 1992 surgiram novos fornecedores de coberturas, que têm fornecido materiais de boa qualidade.
A perspectiva de vida útil das coberturas que a Cemig tem adquirido desde 92 corresponde a mesma dos cabos e acessórios da rede de distribuição, ou seja, pelo menos 20 anos.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário