Quando Antônio Brito - PMDB foi governador do Rio Grande do Sul, para implementar a indústria no estado, ele deu a Ford, terreno urbanizado, isenção de impostos..., mas como estava em final de mandato não viu a inauguração da fábrica, que não foi construída na área terraplenada.
Ai entrou o governo do PT, e a Ford foi pedir maiores regalias, além das já liberadas pelo Antônio Brito.
O governo do PT falou que não daria os 800 milhões solicitados para construção dos galpões, tendo a Ford ameaçado não implementar a fábrica no Rio Grande do Sul.
A imprensa atacou o governador do PT que afirmou que se fosse para dar dinheiro ele daria para as indústria nacionais do estado, pois seus proprietários brasileiros tinham o umbigo enterrado naquele estado. Tinham laços afetivos.
A Ford foi para a Bahia que deu tudo o que os ianques queriam.
E agora que o Ford encerra seus trabalhos no Brasil, fica com fábricas na Argentina e Uruguai.
Será que as fábricas nos outros países são melhores do que as nossas ou foi falta de administração, porque outras empresas automobilísticas estão entrando no país.
Este fato nos faz lembrar o caso da Chrysler que seria a primeira fábrica a se instalar no Brasil em Santa Luzia, às margens da BR 262 que vai para o Espírito Santo. O terreno foi terraplenado, mas a empresa desistiu de se implantar.
Nesta área foram implementadas diversas empresas como a fábrica da Morrison Kundsen que funcionou alguns anos e depois fechou.
Para as empresas estrangeiras o que importa é o lucro, se é pequeno não interessa fecham e vão para outro país que lhes dá mordomias e benefícios.
Existem pessoas que querem, como o presidente aumentar a ocupação da região da amazonía com produção de soja, criação de gado e exploração mineral, como ouro, nióbio, ferro, manganês...
Esquecem que minerais não dão duas safras, acabou o minério fica o buraco, os detritos, as barragens sem manutenção e a poluição.
Acorda Brasil!
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