sábado, 13 de outubro de 2018
Eleições 2018
13/10/2018
Eleiçoes 2018
O resultado das eleições no primeiro turno, tanto para presidente quanto para governador em Minas Gerais foram uma surpresa em relação as pesquisas.
Para presidente: Bolsonaro (PSL) teve 46,06 % e Fernando Haddad (PT) 29,24% e para governador: Romeu Zema (Novo) 42,73% e Antônio Anastasia (PSDB) 29,06%.
A direita brasileira com infiltração de militares em diversos partidos, nos últimos anos, sem a população perceber, fez com que na disputa ao cargo de presidente houvessem dois candidatos militares: Bolsonaro (capitão reformado do exercito) e Cabo Daciolo (Patriotas), todos dois já eram deputados federais.
As manifestaçõe em 2013, organizadas pela direita contra o PT, direcionadas contra Dilma, retornando o medo contra o comunismo, o socialismo que em 1964 e nas primeiras eleições de Lula, efetuadas pela direita, tiveram nova denominação já que de modo geral o povo não acredita mais no "retorno" do comunismo, portanto era necessário fazer a ligação do PT com os governos da Venezuela e de Cuba (Cuba - que não mais assusta o povo).
A incoerência da maior parte população (negros, afrodescendentes, gays,lesbicas, empregadas domesticas, trabalhadores com carteira assinada que recebem 13º salário e gratificação de ferias...) que foi por diversas vezes atacada por Bolsonaro, seu vice e seu FUTURO ministro da econômia, que por medo ainda vai votar em Bolsonaro, por medo de perder o emprego. "Melhor perder os aneis do que os dedos."
O grande problema é que ambos os candidatos: Bolsonaro e Zema não tem experiencia administrativa e conhecimento da política.
Se Pimentel no governo de transição de Anastasia para o dele não teve competencia nem discernimento da equipe de transição para perceber a maquiagem que foi efetuada nas contas de modo que somente depois de um ano é que foi perceber o rombo nas contas do governo, como aceitar que as equipes de Bolsonaro e Zema vão consequir perceber os arranjos nas contas.
Somente como exemplo: no governo Aecio e Anastasia foram dados aumentos salariais escalonados para anos fora do mandato deles (governo Pimentel) o que não aparecia na prestação de contas e impactava nas contas do estado.
Atualmente um coronel da polícia militar de Minas gerais ganha mais do que um das forças armadas.
Durante o governo Aecio/Anastasia foram apresentados dados em que a criminalidade havia diminuido, mas por recomendação governamental foi proibido a emissão de BO - Boletim de Ocorrência de atos em que não houvesse morte.
Esta é uma das formas de diminuir a criminalidade. Se os governos tem diversas formas de maquilar as estatisticas como um governo de transição vai perceber em 60/90 dias todas estas malandragens?
Temos medo de que o episódio do Tancredo Neves se repita agora se se confirmar a eleição de Bolsonaro.
Ganha mas não toma posse, pois mesmo no meio dos militares existem muitos que não aceitam Bolsonaro, pois a disciplina é fator primordial entre os militares e Bolsonaro foi "reformado" por tentar colocar bomba no sistema de distribuição de água no Rio de Janeiro. Repetição do Rio Centro?
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