quinta-feira, 7 de agosto de 2014

CRECHE - MORTE DE BEBÊ

Publicado no Estado de Minas em 08 de agosto de 2014. Falta de fiscalização É incrível a omissão dos órgãos competentes em fiscalizar em Belo Horizonte. Entre as muitas questões pertinentes as fiscalizações temos visto quedas de viadutos, quedas de elevadores,e agora a morte na creche. A creche era clandestina e funcionava "apenas" a 4 anos ilegalmente. Nenhum órgão apareceu para fiscalizar, orientar e prestar assessoria técnica, financeira, ajuda alimentar, médica e psicológicas as crianças e funcionário daquela instituição. Os governos federal, estadual e municipal vivem alardeando campanhas para a criação de creches, fazem inaugurações com toda a pompa, mas não disponibilizam pessoal, orientação e recursos para as já existentes. Se a creche é filantrópica, tem as exigências legais, com fiscalização do governo federal basicamente na parte contábil. Existem órgãos que orientam futuros empresários e empreendedores em como criar, implantar e estabelecer empresas, porém quando se trata de empresas beneficente não há nenhuma orientação. Aquela creche era a única possibilidade da população local, para atender as necessidades de cuidados com seus filhos, pois as pessoas tem que trabalhar e não tem recursos e condições financeiras para contratar pessoas para cuidar de seus filhos. É necessário que os órgãos públicos voltem sua atenção para ajudar as creches, casas para idosos e muitas outras instituições que atendem as necessidades da população. Não é fiscalizar, multando, penalizando, mas orientando, instruindo, fazendo aquilo que é dever do estado e que fica renegado a terceiro plano

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